Aforismos, Poesias, Textos literários e cientificos, Frases de Personalidades, Textos Proprios e muito mais!
Pesquisar este blog
quarta-feira, 23 de julho de 2008
The Garden.
ou má experiência, nos ensinam a viver de forma que tomemos conta de nossa
vida vendo que ela é um presente de Deus e que só nós somos dono dela.
Seja lá com quem nos envolvamos amorosamente ou de outra forma, nenhuma
destas pessoas são mais importantes que nós mesmos e devemos seguir nosso
coração para que no presente e no futuro e quando estes dois tornarem-se
passado, possamos olhar para nós mesmos e com orgulho dizer fiz o que fiz e
não me arrependo.
Sejamos donos de nossas próprias vidas e sempre se soerguendo mostrando pra
nós mesmos que o melho estaá por vir e o que no passado pode, falsamente,
ter nos enfraquecido torne-se aprendizado e fonte de crescimento, porque
Deus é bom e novas e melhores situações virão.
A vida é uma constante e perfeita evolução!!!!!!!!!
Não me deixes!
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
"Ai, não me deixes, não!
"Comigo fica ou leva-me contigo
"Dos mares à amplidão;
"Límpido ou turvo, te amarei constante;
"Mas não me deixes, não!"
E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
"Ai, não me deixes, não!"
E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
"Ai, não me deixes, não!"
Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.
A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
"Não me deixaste, não!"
*Gonçalves Dias.
terça-feira, 22 de julho de 2008
A função da Arte.
Jorge Coli, O que é Arte. Ed. Brasiliense.
A razão.
o artista não nos dá suas razões;
Ele se contenta em admirar e revelar."
Èmile Male.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Biografia de Jean Renoir.
Jean Renoir (15 de setembro de 1894, Paris — 12 de fevereiro de 1979, Beverly Hills, Califórnia) foi um cineasta, escritor, argumentista, encenador e ator francês.
Foi o segundo filho do pintor impressionnista Pierre-Auguste Renoir e de Aline Victorine Charigot. Criado entre as artes, Renoir cresceu envolvido pela sensibilidade artística em um apartamento cujas paredes eram abarrotadas de quadros do seu pai
Incompreendidos e subestimados no seu tempo, os seus filmes são hoje considerados entre as obra máximas da arte cinematográfica (cf. a opinião de Orson Welles, entre outros). Realizou nove filmes mudos e 27 falados. Suas maiores obras foram "A Grande Ilusão" de 1937, um sensível relato sobre as condições de vida dos prisioneiros franceses e seus captores alemães durante a I Guerra Mundial e "A Regra do Jogo" de 1939.
Marcou profundamente também o cinema francês entre 1930 e 1950, tendo aberto a porta à Nouvelle Vague. O diretor François Truffaut é aquele que mais explicitamente reconhece a dívida para com Renoir.
Em 1975, Jean Renoir recebeu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, um Oscar especial que lhe foi entregue em reconhecimento ao conjunto de sua obra. Em 1976 foi condecorado pelo Ministério da Cultura da França.
Filmografia
- 1924 : Une vie sans joie (também ator)
- 1925 : La Fille de l'eau
- 1926 : Nana
- 1927 : Sur un air de charleston
- 1927 : Marquitta
- 1928 : Tire-au-flanc
- 1928 : Le Tournoi dans la cité
- 1928 : La Petite Marchande d'allumettes
- 1929 : Le Bled
- 1931 : On purge Bébé
- 1931 : La Chienne
- 1932 : La Nuit du carrefour
- 1932 : Boudu sauvé des eaux (Boudu Querido)
- 1932 : Chotard et Cie
- 1933 : Madame Bovary
- 1935 : Toni (filme)
- 1936 : Le Crime de M. Lange
- 1936 : Une partie de campagne (Passeio ao Campo) (também ator)
- 1936 : La vie est à nous (ator)
- 1936 : Les Bas-fonds
- 1937 : La Grande Illusion (A Grande Ilusão)
- 1938 : La Marseillaise
- 1938 : La Bête humaine (A Fera Humana) (também ator)
- 1939 : La Règle du jeu (A Regra do Jogo) (também ator)
- 1941 : L'Étang tragique (Swamp Water)
- 1943 : Vivre libre (This Land Is Mine) (Esta Terra é Minha)
- 1945 : L'Homme du Sud (The Southerner) (Semente do Ódio)
- 1946 : Le Journal d'une femme de chambre (The Diary of a Chambermaid)
- 1946 : Salut à la France (Salute to France)
- 1947 : La Femme sur la plage (The Woman on the Beach)
- 1951 : Le Fleuve (The River) (O Rio Sagrado)
- 1953 : Le Carrosse d'or (A Comédia e a Vida)
- 1955 : French Cancan
- 1956 : Elena et les hommes
- 1959 : Le Testament du docteur Cordelier
- 1959 : Le Déjeuner sur l'herbe
- 1962 : Le Caporal épinglé
- 1971 : Le Petit Théâtre de Jean Renoir, telefilme em quatro episódios
Prémios e nomeações
- Ganhou um Óscar Honorário em 1975, em homenagem à sua carreira.
- Recebeu uma nomeação ao Óscar de Melhor Realizador, por "L'Homme du Sud" (1945).
- Ganhou o Prémio Bodil de Melhor Filme Europeu, por "La Règle du jeu" (1939).
- Ganhou o prémio de Melhor Contribuição Artística, no Festival de Veneza, por "La Grande Illusion" (1937).
- Ganhou o Prémio Internacional, no Festival de Veneza, por "Le Fleuve" (1951).
origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_renoir
A efemeridade da arte - de toda arte
( Jean Renoir, entrevista dada ao Cahiers du Cinéma, nº 8, nov. 1958.)
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Pensamentos
"Você pode brilhar não importa do que seja feito."
"Se Deus existisse, o que ele pensa sobre?
- É só mais um pixel na rede."
"Quem é o gênio e o idiota no meio literário?
- Gênio é aquele que escreve mais do que fala."
"Nós não somos a mesma pessoa sempre, inclusive para seu bem"
Clarah Averbuck

http://adioslounge.blogspot.com/
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Clara Averbuck Gomes (Porto Alegre, 26 de maio de 1979) é uma escritora brasileira. O H do nome surgiu quando cursava o primeiro ano do segundo grau, por uma brincadeira entre colegas.
Clarah Averbuck, como ficou conhecida, sempre odiou a escola. Parou de estudar no segundo grau, tentou o supletivo mais tarde, desistindo em seguida. Retomou o supletivo apenas porque quis entrar na faculdade. Tentou estudar Letras e Jornalismo na PUC-RS, mas não passou de um semestre em ambos os cursos.
Começou sua trajetória literária publicando os seus textos na Internet. Em junho de 1998 escreveu pela primeira vez para a Não-til, a revista digital da Casa de Cinema de Porto Alegre. Um ano depois, se tornou uma das colunistas do CardosOnline, que durou até 2001 e revelou escritores como Daniel Galera e Daniel Pellizzari.
Em julho de 2001 mudou-se para São Paulo, onde começou a escrever sua primeira novela, Máquina de pinball, publicada no ano seguinte. Em setembro de 2001 criou o blog "brazileira!preta", que chegou a ter mais de 1800 acessos diários.
A partir de então, publicou mais dois livros: Das coisas esquecidas atrás da estante, em 2003, e Vida de gato, em 2004.
A obra da escritora pode ser considerada literatura de consumo com influência da subcultura pop, em ícones como John Fante, Charles Bukowski, Paulo Leminski, Pedro Juan Gutiérrez, Hunter S. Thompson, João Antônio, Lucía Etxebarria, H.L. Mencken, Fiona Apple, Nina Simone, Rolling Stones, Tom Waits e Strokes. Faz sentido ter tanta música envolvida; Clarah é filha do músico Hique Gomez da dupla Tangos & Tragédias e também canta. Teve várias bandas, entre elas Jazzie & Os Vendidos, com a qual chegou a fazer turnê por diversos estados do Brasil.
A popularidade de seus escritos chamou a atenção de diretores importantes do teatro e do cinema. Máquina de Pinball ganhou adaptação para o teatro, roteirizado por Antônio Abujamra e Alan Castelo, em 2003. Este e seus outros dois livros também inspiraram o diretor cinematográfico Murilo Salles que, com a ajuda da roteirista Elena Soárez e da própria Clarah Averbuck, produziu o filme Nome Próprio, em 2006, com Leandra Leal no papel principal.
Atualmente tem quatro livros em andamento: Toureando o Diabo (romance), Eu Quero Ser Eu (novela infanto-juvenil), Cidade Grande no Escuro (crônicas) e "Nossa Senhora da Pequena Morte" (que antes se chamava "Delírio de Ruína", e era parceria com a estilista Rita Wainer) em parceria com Eva Uviedo. Em maio de 2006, voltou a manter um blog, desta vez chamado Adiós Lounge.
Obras
• Vida de Gato, Editora Planeta, 2004;
• Das Coisas Esquecidas Atrás da Estante, editora 7Letras, 2003;
• Máquina de Pinball, Editora Conrad, 2002.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Anne Rice fala Sobre Shakespeare.

Treço do Livro Pandora onde Anne Rice através de sua personagem Pandora, comenta sobre Shakespeare.
"- Lembro-me uma vez a muito tempo, Armand me contou que perguntou a Lestat: " como algum dia entenderei a raça humana?" Lestat disse: " Leia ou veja todas apeças de Shakespeare e você ficará sabendo de tudo o que precisa saber sobre a raça humana." Armand fez isso. Devorava os poemas, assistia a todas as peças, aos novos filmes fantasticos com Laurence Fishburne e Kenneth Branagh e Lonardo DiCaprio. E da ultima vez que eu e Armand conversamos, eis o que ele disse sobre educação: " Lestat tinha razão.Ele não me deu livros, mas um passaporte para o entendimento. Esse Shakespeare diz - e estou citando Armand e Shakespeare conforme Armand recitou, como recitarei para você-, como se as palavras viessem do meu coração:
Trás amanhã e trás amanhã de novo. Vai, a
pequenos passos, dia a dia. Até a ultima silaba do tempo. Inscrito. E todos esses nossos ontens. Têm alumiado aos tontos que nos somos. Nosso caminho para o pó da morte Breve candeia, apaga-te! Que a vida, É uma sombra ambulante: um pobre ator Que gesticula em cena uma hora ou duas, Depois não se ouve mais: um conto cheio De bulha e fúria, dito por um louco Significando nada **Shakespeare, William. Macbeth, ato V, cena V. traduçaõ de Manuel Bandeir, RJ, Ed. Livraria josé olimpio, 1986.
Filmes vistos

Shrek 1 e 2.
Rainhas.
Orgulho e preconceito.
A panhador de sonhos.
Jogo de risco.
Eating out 2.
Boy coulture.
Alpha dog
Hannibal
Sangue e chocolate.
Um beijo Roubado
The L world
Sex in the city.
A Feiticeira.
Homem de Ferro.
Estamira.
O Foco.
Piaf
Medo da verdade.
Terror em amityville.
Ghost
A lagoa Azul 1 e 2
Renaissance
Memorias da Carne.
O jardineiro Fiel.
O guia do mochileiro das galaxias.
Soceidade dos poetas mortos.
Mar adentro.
O pagador de promessas.
JFK.
Sexualidade e eugenia
Por Paulo Roberto Ceccarelli ( www.mixbrasil.com.br)
Eles se beijam porque os genes pediram ou porque curtem um ao outro e pronto?! |
A matéria publicada recentemente na Folha, inspirada na revista SLATE, traz um estudo científico sobre a bases neurobiológicas da "preferência sexual". Trata-se da descoberta do gene responsável pela homossexualidade masculina. Na verdade, o que teria sido descoberto é o gene da androfilia (atração por homens), uma astúcia da evolução indispensável para a preservação da espécie: graças a ele a mulher se sente atraída pelo homem, o que aumentaria a reprodução.
Importante ressaltar que a existência do gene da androfilia foi inferida a partir de complexos cálculos de estatística e de probabilidade. Ele não foi localizado em alguma parte do genoma humano: a melhor análise dos dado só foi alcançada considerando-se a probabilidade de sua presença.
Apoiados na seleção antagônica que preconiza que um gene pode ser reprodutivamente prejudicial para um sexo, mas benéfico para o outro, o estudo conclui que nas mulheres o gene estimularia a reprodução, e nos homens ele seria prejudicial, pois a comprometeria. O estudo não é válido para mulheres homossexuais. No caso delas, não haveria fatores genéticos, nem questões ambientais. Nada a dizer sobre elas. A conclusão é uma pérola de misoginia: "O gene da homossexualidade masculina é transmitido por promover altos índices de procriação nas mães, irmãs e tias de homens gays". Parece que a situação só se torna problemática quando o gene se manifesta lá onde não deveria: nos homens. A inexistência do gene da ginofilia (atração por mulheres) sugere que a atração do homem pela mulher é natural e dispensa explicações. Já em relação à homossexualidade masculina, o estudo acirra o preconceito. Se o gene é uma estratégia para tornarem as mulheres mais reprodutoras, os gays masculinos passam a ser um "efeito colateral" da evolução. O passo seguinte será medicar a homossexualidade como se medicam algumas doenças genéticas. Grandes perspectivas para a indústria farmacológica!
Dizer que o gene da androfilia aumenta a fertilidade feminina conduzem a conclusões implícitas preocupantes: se o gene só atua na mulher como uma estratégia da evolução, o objetivo primeiro da sexualidade, sobretudo a feminina, é a reprodução. Inquietante constatar a utilização do discurso científico para sustentar posições discriminativas seculares a respeito da mulher e de sua sexualidade. Há muito a psicanálise nos mostrou que no ser humano a sexualidade não está primeiramente destinada à reprodução. Nenhuma outra espécie criou tantos expedientes destinados a evitar a procriação e circunscrever a sexualidade a seu aspecto prazeroso. Se fôssemos geneticamente determinados deveríamos nos sentir atraídos pelo sexo oposto apenas no período de fertilidade da mulher, independentemente de seu sex-appel. Ora, por que nos sentimos atraídos por algumas pessoas e não por outras? Por que uma intensa atração sexual termina tão misteriosamente como começou? O que, no outro, nos atrai ou nos repulsa?
Segundo o biólogo François Jacob, nos organismos complexos o programa genético não traz instruções detalhadas para que eles possam responder às contingências. Somos programados para não sermos geneticamente determinados. Existem genes cuja função é desconectar uma determinação genética. A plasticidade neuronal sugere que o cérebro humano modifica-se constantemente ao receber as incidências da linguagem e das contingências que o afetam: o modo que fomos educados, a maneira como fomos vistos e falados, o lugar que ocupamos no desejo de quem nos deu vida psíquica, os valores sociais do masculino e do feminino... Ainda que os genes participem na constituição neurobiológica do indivíduo, não há como saber em que medida eles podem ser influenciados, ou silenciados, por fatores ambientais.
O curioso com este tipo de estudo é a obstinação em provar a existência de um gene responsável pela homossexualidade, como se a heterossexualidade não exigisse explicação. Por que, na sociedade ocidental, a sexualidade é objeto de tanta inquietude? Por que, em outras sociedades, esta questão nem chega a ser formulada?
Só nos cabe reagir com humor, e aguardar pesquisas mais proveitosas para o tecido social. Por exemplo, sobre as bases neurobiológicas da corrupção, da mentira socialmente instituída, das relações de poder, das diferentes formas de segregação e preconceito para, uma vez detectado os genes responsáveis por tais desvios, tratá-los. Tais pesquisas nos conduziriam a conhecer mais sobre nós mesmo do que estamos preparados.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Valentine's Day
São Valentim
No Império Romano, o imperador Caldeus II proibiu os casamentos para formar um exército. Mas o bispo Valentim continuou com as celebrações de matrimônios em segredo. O império acabou descobrindo a contravenção bispal e prendeu Valentim, condenando-o à morte. A filha do carcereiro se chamava Assíria e, acreditando piamente no amor, pediu ao pai para visitá-lo. Os dois se apaixonaram e diz-se que Assíria, até então cega, recuperou a visão. Pelo milagre, Valentim foi canonizado, mas, como todo bom mártir, foi decapitado em um 14 de fevereiro, transformado em seu dia. Nessa data, pela história de Valentim e Assíria, é comemorado o Dia dos Namorados.
No Brasil, o dia é 12 de junho, hoje, por causa da véspera do Dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. Mas não há história nenhuma de martírio, morte, amor e redenção. Não. Para reproduzir o efeito do dia de São Valentim em outros países, a data aqui foi idealizada pelo comércio. E só. Uma pena que a associação do dia com a história seja essa. Comércio.
Para mim, que não tenho religião, mas amo as coisas mais poéticas da vida, o melhor dia seria o 4 de outubro ou o 11 de agosto. Por um simples motivo: a primeira data é o dia de São Francisco de Assis e a segunda é o de Santa Clara. A poesia da história de Francisco e Clara é muito mais válida do que qualquer data comercial. Pela proximidade do 4 de outubro com o 12 de outubro, eu instituiria o 11 de agosto.
Francisco de Assis abrigou Clara de Assis em seu mosteiro. Ela foi seguidora de São Francisco e fundou a ordem das Clarissas. Mas o mais curioso é que ela devotou sua vida a São Francisco, grande amigo e mentor da santa e, diz-se, que os dois foram amantes. Mas não amantes no sentido físico, carnal. Amantes espirituais. Eram seus espíritos que comungavam, se entendiam numa esfera muito maior do que podemos supor em nossa vã existência.
Prefiro essa história à de um evento comercial. Mas como nada é perfeito: comemoremos, sempre, junto de quem amamos, seja seu pai, sua mãe, sua família, sua namorada, seu namorado, seu amigo, seu companheiro. Não importa o dia.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Receita de juventude de Madonna

A rainha do pop Madonna é a capa da edição brasileira da revista Elle de junho. Em entrevista para a publicação, a cantora diz estar se sentindo melhor do que nunca e fala ainda sobre sexo, casamento e o enxuto corpitcho às vésperas de completar 50 anos. A receita para o shape sempre em cima? "O ideal, para mim, seria fazer três horas de exercícios todos os dias. Não viveria sem a ginástica. Confio nas máscaras de oxigenação, sou obcecada por ficar longe do sol, bebo pouco e drogas, estou fora", revela.
sábado, 7 de junho de 2008

Sexta-feira, 13 de junho de 2008, às 22h30min
Bandas Matiz e Irmão Carlos e o Catado
Dj Surabhi (Samba rock)
Dj Espiga (Eletro Rock)
Dj Albarn(Indie, Mashups)
Local: Boomerangue - Rua da paciência,307 Rio Vermelho
Ingresso: R$ 12,00
Contato: 3334-6640
http://www.boomerangueeventos.com.br/
terça-feira, 13 de maio de 2008
Eterno
Carlos Drumond de Andrade
Vander Lee
Olhe
Não venha me mostrar o que você não vê
Não venha me provar o que você não crê
Não tente se enganar
Pense
Ninguém pode se dar o que só você tem
Ninguém vai te dizer pra onde vai ou de onde vem
A estrada é pra caminhar
Não perca o resto do tempo que ainda te resta
Não perca tempo pensando que a vida não presta
Certas canções duram pouco, outras são eternas
Por que carros e aviões, se tens sonhos e pernas
Lembre
Que sua consciência é o seu grande farol
Há meses que fazem chuva, semanas que fazem sol
E dias em que tanto faz
Faça
Você faz seu enredo, você é seu Jesus
Feche os olhos do medo e abra o templo da luz
E tente um minuto de paz
Vander Lee
José de Aruanda
Pare e pense. Erga a cabeça, que ela não foi feita apenas para ficar cheia de miolos, não.
Pense, organize os seus pensamentos. Reorganize a sua vida e continue andando. Mesmo devagarzinho, ande. Não se permita ficar parado. Deus abençoa, mas é preciso ter coragem para a maior experiência do mundo - que é viver. Sempre há uma solução.
Não existe dor, sofrimento ou mal que não tragam o seu ensinamento; não há problema que não tenha a resposta certa da vida."
João de Aruanda
segunda-feira, 12 de maio de 2008
AMAR é ...
...é legal, faz bem pra pele, mas causa rugas por causa dos sorrisos e das caras emburradas e enfurecidas q fazemos freqüentemente.
...é algo tão simples q a gente faz questão de complicar...
...uma pessoa não significa apenas gostar, mas admirar, respeitar entender e tentar aceitar seus defeitos.
...não é apenas estar perfumado e belo para o outro, é acordar e se deparar com um ser descabelado, com mau hálito e a cara amassada. Isso quando não passa a noite inteira roncando em seu ouvido.
...é cumplicidade e união, mesmo quando os pensamentos são diferentes, mas o outro está sempre disposto a ouvi-los e vice-versa.
É se entregar a um nobre sentimento,independente da pessoa ou causa e receber a devida recíproca pela sua entrega.